Vivemos sonhando com a liberdade, com a felicidade, mas estamos mais preocupados em ter do que Ser, uma contradição.
Olhamos para frente sem nos preocuparmos com o que está a nossa volta, nos consideramos únicos, então, de uma forma pessoal e universal, toda teoria sobre a nossa existência se baseia na nossa singularidade que não representa a verdade.
O conceito de existência é relativo ao mundo que criamos, mas é uma fantasia de todos os dias... É como se você fosse único, não dependesse do próximo e de um eco sistema.
O resultado é naturalmente um caminho mais longo para o mesmo fim porque o compartilhamento que é uma ordem natural, possui um preço para você se tornar mais rico e não valioso que o resultado seria coletivo... (continua).
Esquecemos que essa divisão é o propósito mais valioso da humanidade e sem essa igualdade a riqueza é uma ilusão porque contraria as leis da natureza que se referem a união.

Nós mesmos contrariamos tudo aquilo que falamos, até mesmo a religião.
A Natureza segue um caminho e a humanidade por outro desconhecido diante das leis fundamentais.
Sem a ajuda de ninguém, metemos um pé no mundo da lógica diante dos nossos interesses. Seguimos o instinto implantado nesses últimos 2000 anos...
A doutrinação que tentamos impor, quando é forçada e a vemos em todo o mundo, nega-se ao outro a essência fundamental da verdade que contradiz a fé lógica que criamos que serve como doutrina e nunca como verdade. São mundos distintos, o que esperamos e o que damos, um é relativo aos interesses, nossos falsos sonhos, o outro é a verdade que fazemos o impossível para não enxergar...

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