
A percepção do tempo é rudimentar diminuindo a sensibilidade necessária para reconhecermos o que realmente importa. Atribuímos valor a tudo aquilo que muito em breve será descartado dentro de uma sede intensa de consumo, mas não enxergamos o que realmente importa para sermos realmente felizes. Não foi por acaso que Platão disse que este mundo é uma cópia mal feita de um outro perfeito.
Talvez ele não percebeu que este mundo perfeito está relacionado a um outro estágio da consciência da humanidade que reconhece em tempo real a verdade e consequentemente a realidade...

Na maioria das vezes, esperamos da vida aquilo que não damos e tudo aquilo que a vida nos proporciona não enxergamos, não aprendemos a reconhecer o real valor.
Os mistérios só são assim considerados porque não vivemos de fato, vivemos tendências de dentro de um mundo enquanto sonhamos com outro, mas insistimos no erro, falta a consciência.
Vivemos em um mundo de fantasias, onde o tempo sempre revela que o bem mais precioso é ele próprio...
Para sabermos isso, é necessário termos antes consciência, uma palavra simples, mas tem sido rara ao longo desse mesmo tempo da nossa história...
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